16 de July, 2024
VIDEOVIGILÂNCIA pode ajudar GNR a esclarecer atropelamento que matou funcionário da Cascais Ambiente em Alcoitão
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VIDEOVIGILÂNCIA pode ajudar GNR a esclarecer atropelamento que matou funcionário da Cascais Ambiente em Alcoitão

Jun 30, 2024
CIRCULO vermelho indica local onde vítima foi encontrada pelas equipas de socorro na sequência do atropelamento

Notícia publicada às 15h55

O homem, 53 anos, que morreu este domingo, ao início da madrugada, atropelado por um ligeiro, em Alcoitão, era funcionário da empresa municipal Cascais Ambiente e, apesar do condutor nunca ter abandonado o local e ter prestado declarações à GNR, sabe-se que as câmaras de videovigilância instaladas no stand da Santogal e num painel da MobiCascais poderão ajudar a esclarecer as circunstâncias precisas em que ocorreu o acidente, apurou Cascais24Horas.

A vítima tinha-se deslocado ao CascaiShopping e dirigia-se para a residência, no Bairro Novo de Alcoitão, onde a agora viúva, motorista da Carris Metropolitana, teve necessidade de receber apoio psicológico por parte de psicólogos do Centro de Apoio Psicológico e Intervenção em Crise (CAPIC) do INEM, segundo, ainda, soube, Cascais24Horas.

Conforme Cascais24Horas noticiou este domingo, pela manhã, o alerta para o acidente foi dado pouco antes da meia noite e meia hora para a avenida da República, frente ao stand da Santogal.

Na sequência de um forte embate provocado pelo veículo ligeiro, no qual seguia um casal, que escapou ileso, o homem terá sido projetado alguns metros.

Já no local, a equipa de socorro da ambulância do INEM dos Bombeiros de Alcabideche encontrou a vítima em paragem cardiorrespiratória e, sem sucesso, procurou reverter a situação. O óbito acabou por ser confirmado pelo médico da equipa da VMER do Hospital de Cascais.

Cumpridas as formalidades legais, o corpo foi removido, para autópsia, pelos Bombeiros de Alcabideche, para o Gabinete Médico Legal da Guia, em Cascais.

Não são conhecidas as circunstâncias precisas em que ocorreu o atropelamento mortal, sabendo-se, no entanto, existirem no asfalto marcas de travagem do veículo ligeiro com mais de cinco metros antes de uma passagem de peões.

O condutor do veículo ligeiro, que seguia acompanhado da mulher, e manteve-se sempre no local, à disposição das autoridades, terá afirmado ter “sentido um forte embate”, mas assegurou “não ter-se apercebido” do que realmente acontecera.

A investigação a este trágico atropelamento está a cargo do Núcleo de Investigação Criminal de Acidentes de Viação (NICAV) da GNR, que agora deverá requisitar as imagens de videovigilância instaladas na área envolvente ao acidente, por forma, a par das perícias feitas no local, ter uma noção mais exata do que aconteceu.

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