16 de July, 2024
CASCAIS e Estoril no top da procura de estrangeiros para comprar ou arrendar casa
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CASCAIS e Estoril no top da procura de estrangeiros para comprar ou arrendar casa

Jun 24, 2024

Por Redação | 17h07

Cascais e Estoril fazem parte das regiões mais procuradas, quer para arrendamento, quer para compra, por brasileiros, franceses, norte-americanos, suíços e ingleses que, segundo um estudo da Imovirtual, lideram o top 5 de cidadãos estrangeiros à procura de casa em Portugal. À exceção dos cidadãos brasileiros, que preferem arrendar a comprar, este estudo demonstra que Portugal continua a ser um destino atrativo para compradores e arrendatários, tanto nacionais como internacionais.

Lisboa, Porto, Portimão, Albufeira, Cedofeita e Paranhos, destacaram-se também no ranking das preferências dos utilizadores, como sendo as regiões mais procuradas, mas segundo Sylvia Motta Bozzo, Marketing Manager do Imovirtual , “com a aproximação da época de férias, muitos estrangeiros aproveitam a oportunidade para explorar opções de compra e arrendamento em Portugal, com as regiões litorais, como Cascais, Estoril, Portimão e Albufeira, a serem particularmente as mais populares durante esta época, refletindo o aumento do interesse por áreas que combinam beleza natural com qualidade de vida”.

O estudo da Imorvitual é baseado em dados disponíveis na respetiva plataforma, entre março e junho e no qual é analisada a evolução do tráfego proveniente de países estrangeiros, assim como o de Portugal e o comparativo com o mesmo período do ano passado.

O número de utilizadores estrangeiros e portugueses a procurar imóveis em Portugal apresentou variações significativas, no qual a percentagem de utilizadores ativos (22,5%) e novos utilizadores (5.18%) mostrou uma tendência de crescimento, especialmente em determinadas faixas etárias.

SYLVIA Bozzo, marketing manager do Imovirtual

De acordo com Sylvia Motta Bozzo, “os dados refletem uma procura diversificada e crescente pelo mercado imobiliário português, tanto por estrangeiros como por portugueses. Este crescimento é um sinal positivo da atratividade de Portugal como destino residencial e de investimento.”

As principais conclusões indicam que nestes últimos três meses, 16.5% do tráfego do Imovirtual foi estrangeiro, correspondendo os restantes 83.8% a utilizadores provenientes de Portugal.

Relativamente aos países, o Brasil (3,24%) ocupa o primeiro lugar do ranking da procura de casa por estrangeiros deste último trimestre, em Portugal, representando uma percentagem significativa do tráfego, seguindo-se a França (2,54%), os Estados Unidos da América (1,62%), a Suíça (1,60%) e o Reino Unido (1,26%).

No entanto, comparativamente com o ano passado, é possível identificar variações percentuais que refletem as mudanças nas preferências dos utilizadores estrangeiros.

O Brasil, apesar de continuar a ser um dos principais países a procurar imóveis em Portugal, apresentou uma variação negativa, quer na percentagem de utilizadores ativos (-6.93%) comparado ao período homólogo de 2023. Em contraste, a procura interna em Portugal aumentou 21.28% nos utilizadores ativos.

Diferente do Brasil, a França (+ 23.36%), os Estados Unidos (+ 25.36%), a Suíça (+ 17,07%) e o Reino Unido (+ 18,74%) são os top 5 de países estrangeiros que apresentaram crescimento em relação ao período homólogo.

Em relação aos perfis demográficos, em Portugal, França e Suíça, o grupo etário que mais procura casa é dos 25 aos 44 anos. Enquanto no Brasil são os utilizadores na faixa dos 18-34 anos e nos EUA dos 35-54 anos. Contudo, apesar destes serem os grupos etários mais representativos na procura de imóveis nos respetivos países, não são os grupos que mais têm crescido, durante este período em análise.

Os utilizadores brasileiros e norte-americanos tiveram o mesmo comportamento dos portugueses:  o grupo etário que mais cresceu foi o dos 55-64 anos, com um crescimento médio de 57%. Em França, o crescimento mais significativo foi entre os utilizadores com mais de 65 anos, com um aumento de 52%. Enquanto na Suíça, a faixa dos 45-54 anos mostrou um crescimento de 39%

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