28 de January, 2026
FRANCISCO Kreye entregou no Parlamento petição pública para alterar Licenciamento Zero
Atualidade Política

FRANCISCO Kreye entregou no Parlamento petição pública para alterar Licenciamento Zero

Dez 29, 2025
PETIÇÃO foi entregue por Francisco Kreye à Vice-presidente da Assembleia da República esta segunda-feira à tarde

LISBOA- A petição pública lançada pelo presidente da Junta de Freguesia de Cascais e Estoril, Francisco Kreye, para que seja alterada a lei do licenciamento zero em Portugal e que obteve mais de 11 mil assinaturas, foi entregue, esta segunda-feira, na Assembleia da República.

A petição foi entregue em mão por Francisco Kreye à Vice-presidente da Assembleia da República, Teresa Morais.

O autarca considerou que “este é um marco incontornável na defesa da identidade, dos centros históricos e do comércio local”.

“Um passo audaz dado pelo executivo da Junta de Freguesia de Cascais e Estoril, pelas 11096 pessoas que assinaram a petição e pelos vários milhares de portugueses solidários com a nossa causa”, adiantou Francisco Kreye, que aproveitou para deixar agradecer “ todo o apoio que temos recebido, de forma contínua, de Norte a Sul do País”.

A petição será discutida em Plenário da Assembleia da República nos próximos meses.

A petição pública, cujo lançamento online foi dado em primeira mão por Cascais24Horas, pede que o Parlamento altere a lei do licenciamento zero em Portugal e a transfira para as autarquias.

Em menos de 72 horas conseguiu logo alcançar as mais de 7.500 assinaturas exigíveis.

A iniciativa foi anunciada a 31 de outubro último, por ocasião da tomada de posse de Francisco Kreye, ex-vereador do Desporto e das Relações Internacionais no último mandato do executivo cascaense e eleito para liderar a Junta de Freguesia Cascais e Estoril nas eleições de 12 de outubro.

Na altura, a propósito do lançamento da petição, Francisco Kreye afirmou: “Sabemos que esta é uma lei que, muitas vezes, ajuda pequenos e médios empresários a desburocratizar processos de abertura das suas lojas, restaurantes ou pequenas empresas”, tendo precisado que “também sabemos que esta é uma lei que tem servido para encobrir atividades ilegais da mais diferente espécie e queremos que o Governo delegue competências nas Autarquias para que possam fiscalizar estes casos”.

“Uma loja de souvenirs que vende 0 souvernis por dia não é uma loja. Um restaurante que serve 0 refeições por dia não é um restaurante. Uma barbearia que faz 0 cortes por dia não é uma barbearia. Connosco, se é de fachada, tem de ser fechada”, defende o autarca. Piteira Lopes, chefe do executivo cascaense, recorda-se, foi o primeiro presidente de Câmara do País a apoiar e a subscrever a petição, que excedeu todas as expectativas.

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